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Resumo em 10 segundos

🚗🔌 O Song Pro 2027 chega com visual renovado, teto panorâmico e sistema que aceita etanol ou gasolina — sem reajuste na tabela.

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🚗🔌 O BYD Song Pro 2027 foi apresentado com visual renovado, sistema híbrido plug-in Flex e o mesmo preço da linha anterior: de R$ 176.990 a R$ 199.990. Entenda o que muda — e o que isso significa na prática. 🧵

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Primeiro, o básico: “híbrido plug-in” é um carro que combina motor elétrico e motor a combustão, mas cuja bateria também pode ser recarregada na tomada. Em trajetos curtos, ele pode reduzir bastante o uso de combustível — dependendo da recarga e do modo de condução.

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A grande particularidade do Song Pro é ser Flex: o motor a combustão pode usar etanol ou gasolina. A apresentação no Museu da Cana de Açúcar, em Ribeirão Preto (SP), reforça justamente essa conexão com um combustível renovável relevante no Brasil.

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Segundo a BYD, a autonomia total pode chegar a 1.105 km com gasolina e 800 km com etanol. Esses números variam com trânsito, velocidade, ar-condicionado, relevo e estilo de pilotagem. Ou seja: servem como referência, não como promessa para toda viagem.

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Outra mudança técnica: a potência declarada passou para 219 cv. Potência não é o único indicador de desempenho; torque, resposta do motor elétrico e eficiência também pesam. Para quem compra um híbrido, economia e suavidade costumam importar tanto quanto aceleração.

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Por dentro, a novidade destacada é o teto solar panorâmico, que amplia a iluminação da cabine. Ao manter os preços entre R$ 176.990 e R$ 199.990, a BYD tenta fortalecer a disputa pelos SUVs eletrificados — segmento que ganha opções, mas ainda segue distante de grande parte dos brasileiros.

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O Song Pro Flex mostra uma rota bem brasileira para a eletrificação: usar bateria para reduzir consumo e manter a possibilidade do etanol, cuja origem renovável pode ajudar a cortar emissões quando produzido com boas práticas. Tecnologia automotiva também precisa funcionar na realidade local.

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