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Resumo em 10 segundos

📊 A promessa é segurar gastos, revisar benefícios e levar o investimento a 25% do PIB — sem elevar impostos. O desafio está nos detalhes. 🧵

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Ronaldo Caiado colocou uma aposta ambiciosa no centro de seu plano presidencial: ajustar as contas públicas sem aumentar impostos e elevar os investimentos do país a 25% do PIB. 📊🧵

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A lógica começa por um diagnóstico conhecido: dívida pública em alta e juros reais elevados encarecem crédito, travam empresas e reduzem o espaço do Estado para investir. Para Caiado, equilíbrio fiscal seria a porta de saída.

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O primeiro capítulo teria nome próprio: “Orçamento da Verdade”. Nos meses iniciais, a equipe faria um raio-X de despesas obrigatórias, subsídios, benefícios tributários, dívidas e riscos fiscais.

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Depois do diagnóstico, viria a regra-chave: despesas obrigatórias cresceriam abaixo do PIB nominal. E qualquer nova despesa com pessoal ou custeio precisaria mostrar, antes, de onde sairá o dinheiro.

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O plano tenta se diferenciar da austeridade baseada em cortes lineares. A ideia é conter gasto corrente, mas preservar — e até ampliar — despesas vistas como produtivas, com retorno econômico e social.

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No alvo também estão incentivos tributários e subsídios. Cada benefício teria prazo para acabar, objetivo mensurável, custo estimado e avaliação de resultado. Os que não entregarem valor poderiam ser reduzidos ou extintos.

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A promessa de não elevar impostos conversa com uma carga tributária já alta. Mas o teste real será separar privilégios e renúncias ineficientes de políticas que sustentam emprego, inovação, regiões vulneráveis e serviços essenciais.

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Chegar a investimentos de 25% do PIB exigiria mais que disciplina no Orçamento: confiança, crédito mais barato e execução eficiente. A proposta transforma o ajuste fiscal de fim em meio — e é nessa execução que a promessa será medida.

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