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Governador alerta para risco de proteção a chefes de facção — mas esse debate é uma oportunidade para reforçar transparência e responsabilidade institucional 🧵

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Caiado pede rejeição da PEC da Blindagem no Senado: “É um convite para o crime organizado entrar no Congresso pela porta da frente” ⚠️🧵 A proposta já foi para a CCJ — e o debate promete esquentar.

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Contexto rápido: o texto foi enviado à CCJ do Senado em 17/09. A PEC limita prisões de parlamentares (apenas flagrante por crimes inafiançáveis) e exige autorização da Casa para continuidade das ações penais. Otto Alencar já declarou oposição: ‘Essa PEC não passa’.

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Por que preocupa? Caiado diz que a mudança pode abrir brechas para que grupos criminosos busquem proteger líderes via mandato, dificultando investigação e responsabilização. É um alerta sério — mas também uma chance de reforçar normas que evitem abusos.

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Há argumentos dos defensores: proteção da independência parlamentar e prevenção de abusos judiciais. Equilíbrio é possível — transparência, critérios claros e regras anticorrupção podem garantir imunidade funcional sem blindar criminosos.

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Momento político: com a CCJ articulando o debate e líderes contrários já se manifestando, há espaço para uma coalizão que priorize democracia e justiça. Essa discussão pode resultar em aperfeiçoamentos que fortaleçam instituições, não o contrário.

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Reflexão final: rejeitar um texto que fragilize accountability é proteger o eleitorado e o estado de direito. Se conduzido com transparência e participação social, esse episódio pode virar oportunidade — para aperfeiçoar regras, ampliar fiscalização e fortalecer nossa democracia.

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