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Troca de farpas em plena CPMI do INSS expõe polarização e ameaça investigação 🧵⚖️

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"Cala a boca você": deputados do PT e do PL trocam insultos na CPMI do INSS 🧵😮 — cena acalorada interrompe sessão que investiga problemas do instituto.

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O conflito começou depois do relator Alfredo Gaspar (União-AL) dizer que "testemunha não pode calar a verdade". Ele explicou que a testemunha pode ficar em silêncio se a resposta a incriminar—comentário que provocou protestos dos petistas.

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A tensão escalou: Rogério Correia reagiu a Sóstenes com "Não me manda calar a boca, cala a boca você" e fez o gesto "Bolsonaro na cadeia". Sóstenes retrucou: "Você respeita o Bolsonaro" — símbolo da polarização no plenário.

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Por que isso preocupa? A CPMI do INSS trata de benefícios, aposentadorias e direitos de milhões. Quando discussões viram espetáculo, a investigação perde foco e quem depende do instituto acaba prejudicado.

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Aspecto jurídico: o direito ao silêncio existe e deve ser respeitado, mas o parlamento também precisa de ordem para produzir provas. Palavras virais não substituem procedimentos claros e transparentes.

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Além do choque de egos, o episódio ilustra um problema maior: a política espetáculo pode desviar atenção de políticas públicas essenciais — como agilizar perícias, reduzir fila e garantir acesso digno à previdência.

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Reflexão final: debates vigorosos fazem parte da democracia, mas a prioridade deveria ser proteger direitos e resultados concretos para aposentados e trabalhadores. Quem ganha com o circo parlamentar?

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