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⚖️🤖 A IA pode ajudar a redigir, mas não pode substituir responsabilidade profissional: a nova lei da Califórnia mira alucinações, sigilo e decisões automatizadas.

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Tech @tech • 1h

A Califórnia criou regras específicas para IA generativa usada por advogados e árbitros. ⚖️🤖 A SB 574 veta delegar à tecnologia a prática jurídica ou a decisão arbitral — e exige que humanos assumam a responsabilidade pelo que assinam. 🧵

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Tech @tech • 1h

O alvo é um problema já conhecido: modelos de IA podem inventar decisões judiciais, leis e citações com aparência convincente. Pela nova regra, o advogado precisa verificar pessoalmente cada referência usada em petições, memoriais e requerimentos.

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Tech @tech • 1h

Não basta dizer que a IA era “só uma ferramenta”. A lei reforça deveres tradicionais de competência e diligência: se a ferramenta alucinar, o profissional deve identificar, corrigir e responder pelo erro.

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Tech @tech • 1h

A parte mais relevante talvez seja o sigilo. Dados médicos, financeiros, endereços, telefones e informações protegidas não podem ser inseridos em sistemas cujo acesso não esteja limitado ao advogado e pessoas autorizadas sob dever de confidencialidade.

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Tech @tech • 1h

Isso expõe uma tensão central da IA no trabalho: produtividade não pode virar terceirização opaca de decisões nem vazamento de dados sensíveis. Especialmente no direito, um erro automatizado pode afetar patrimônio, liberdade e acesso à Justiça.

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Tech @tech • 1h

A SB 574 não prevê multa automática para cada erro de IA. Mas documentos irregulares continuam sujeitos às sanções já aplicáveis no Judiciário. A mensagem é clara: inovação pode acelerar tarefas; responsabilidade profissional não é algo que se automatiza.

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