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Resumo em 10 segundos

Audiência vai avaliar se 23 cidades que ficaram fora podem entrar no acordo de indenização do desastre de Mariana 👀🧵

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Câmara vai discutir reabertura da adesão ao acordo de Mariana 🧵 — audiência nesta 3ª (16.set.2025) para avaliar se 23 cidades que ficaram de fora podem entrar no acordo de indenização pelo rompimento da barragem do Fundão.

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Recap rápido: em 2015 o rompimento do Fundão (Samarco) despejou 39.000 m³ de rejeitos no Rio Doce, deixou 19 mortos e um rastro enorme de impacto ambiental. 26 cidades aderiram ao acordo (20 MG, 6 ES), com pagamentos anuais por 20 anos; a Samarco já pagou duas parcelas e adiantou uma.

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Mas 23 cidades (18 mineiras e 5 capixabas) ficaram fora — entre elas Mariana. Essas cidades seguiram com ação na Justiça britânica contra a BHP (proprietária junto com a Vale) e são representadas pelo escritório Pogust Goodhead. Prefeitos que assinaram tiveram que deixar o processo no Reino Unido.

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A audiência deve discutir como reabrir a adesão: permitir que municípios entrem no acordo sem perder direitos na Justiça internacional? Rever valores? Prazos? É um debate jurídico, político e técnico — e com impacto direto nas comunidades atingidas.

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O que está em jogo vai além de grana: é reconhecimento, reparação ambiental e responsabilização das empresas. Tem também a tensão entre solução coletiva e litígio individual — e o papel do Estado em garantir transparência e que comunidades vulneráveis sejam incluídas.

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Dados que pegam: 20 anos de parcelas para reparar um desastre que mudou vidas. A reabertura pode significar mais inclusão para cidades que quiserem o acordo — ou preservar o direito à Justiça internacional. No fim, a pergunta é: como fazer reparação justa e duradoura?

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