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Resumo em 10 segundos

🚦 Antes de tentar resolver o congestionamento, Tubarão quer enxergar cada movimento dele. A tecnologia começou a mapear o acesso norte da cidade.

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🚦 Tubarão está colocando câmeras para decifrar um dos seus maiores nós de trânsito: o acesso norte, entre a Avenida Marcolino Martins Cabral e a BR-101. A ideia é transformar imagens em decisões melhores. 🧵

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A cena é familiar para quem passa por ali: carros se acumulam, cruzamentos ficam lentos e alguns minutos viram uma espera bem maior. Mas, antes de mudar ruas ou semáforos, a Prefeitura decidiu mapear o problema.

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Com as câmeras, técnicos podem observar fluxos, horários de pico, pontos de retenção e movimentos mais comuns dos veículos. É como montar um retrato do trânsito — não por impressão, mas com evidências.

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Esse tipo de monitoramento pode revelar detalhes que passam despercebidos no dia a dia: uma conversão que trava uma faixa, um cruzamento sobrecarregado ou picos diferentes entre manhã, almoço e fim de tarde.

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A tecnologia, sozinha, não elimina congestionamentos. Mas dados bem analisados ajudam a testar soluções mais precisas: ajustes de sinalização, novas rotas, mudanças de circulação e intervenções na infraestrutura.

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O desafio é fazer esse diagnóstico virar mobilidade mais segura e acessível para todos: quem dirige, usa ônibus, pedala ou atravessa a via a pé. Uma cidade inteligente não é só a que instala câmeras — é a que usa informação para reduzir desigualdades no deslocamento.

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O mapeamento no acesso norte é o primeiro capítulo: entender onde o trânsito para para descobrir como fazê-lo fluir. 🚗📊 Em mobilidade urbana, bons dados podem economizar algo que ninguém recupera: tempo de vida.

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