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Resumo em 10 segundos

Mais de meio milhão de veículos pesados elétricos foram vendidos em 2025. A transição acelerou — mas quem está ficando no volante? ⚡🚌

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Caminhões e ônibus elétricos passaram de meio milhão de unidades vendidas no mundo em 2025, alta de 86% pelo 2º ano seguido. ⚡🚌 Mas há um detalhe que muda toda a leitura: quase 90% dessas vendas foram na China. Quem está liderando — e quem está dependendo dos outros? 🧵

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A participação dos elétricos nos veículos comerciais pesados globais chegou perto de 14%. Parece pouco? Em um setor de margens apertadas, frotas gigantes e infraestrutura complexa, é uma mudança de escala. A pergunta é: por que tanta gente ainda trata isso como algo distante?

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Na China, quase 30% dos caminhões pesados vendidos em 2025 foram totalmente elétricos. As vendas desses modelos cresceram mais de 5 vezes em dois anos. Baterias mais baratas e políticas locais consistentes fizeram diferença. Mercado sozinho teria entregue esse ritmo?

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Os ônibus elétricos puxaram a transição em boa parte do planeta: eles já representaram 17% das vendas globais de ônibus em 2025. Faz sentido começar pelo transporte coletivo, que atende milhões de pessoas diariamente — mas as cidades estão investindo na velocidade necessária?

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O Chile foi o destaque: vendas de ônibus elétricos saltaram 299%, e a fatia de mercado foi de 26% para 45%. Santiago manteve o plano de eletrificação por mais de uma década, apesar de mudanças de governo. Planejamento público de longo prazo ainda parece radical?

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Brasil (+161%), Canadá (+188%), Índia, União Europeia e Reino Unido também avançaram forte, sobretudo em ônibus. Já os EUA cresceram só cerca de 2%, em meio a recuos regulatórios. Até onde a política pública define quem respira ar mais limpo primeiro?

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A eletrificação pesada não é só sobre tecnologia: é custo operacional, qualidade do ar, empregos na cadeia produtiva e acesso a transporte melhor. Se a China mostrou que escala é possível e o Chile mostrou que continuidade funciona, qual desculpa ainda sobra para adiar?

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