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🚦 A Semana da Mobilidade Urbana reuniu crianças, jovens, ciclistas, motociclistas e motoristas em Campinas. O foco final foi um dos maiores riscos no trânsito: beber e dirigir.

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Campinas levou ações de educação no trânsito a cerca de 2,8 mil pessoas durante a Semana da Mobilidade Urbana de 2026. 🚦🧵 O encerramento lançou a campanha “Beber e dirigir pode custar caro”, mirando um risco central nas mortes no trânsito da cidade.

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A ideia vai além de “dar sermão” para motoristas: segurança viária funciona quando todos entendem seu papel — quem dirige, pedala, pilota moto, caminha e usa transporte público. Afinal, a rua é compartilhada e erros têm consequências muito diferentes para cada pessoa.

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Por que o foco no álcool? Segundo a Emdec, ele foi o principal fator de risco identificado nos óbitos no trânsito de Campinas em 2026, até agosto. Álcool reduz reflexos, atenção e capacidade de avaliar distância e velocidade — mesmo quando a pessoa acha que está “bem”.

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A programação também tratou de riscos cotidianos. Em uma blitz educativa na avenida Lix da Cunha, foram distribuídas 150 antenas corta-pipa para motociclistas. O equipamento ajuda a proteger contra linhas cortantes, um perigo grave e muitas vezes invisível para quem está sobre duas rodas.

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Houve orientação sobre respeito a vagas exclusivas perto do Hospital de Clínicas da Unicamp, encontro com motociclistas e atividades na Minicidade da Emdec. Crianças, jovens e pessoas com deficiência participaram: educação para o trânsito precisa alcançar públicos diversos desde cedo.

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Mais de 250 ciclistas participaram do Campinas Bike Day, reforçando que mobilidade segura não é só sobre carros. Campanhas, fiscalização e infraestrutura precisam caminhar juntas para que deslocar-se pela cidade — de bike, moto, a pé ou de carro — não seja uma aposta contra a vida.

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