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Resumo em 10 segundos

A fiscalização cresceu, mas quase 41% do valor das multas ainda não foi pago pelas operadoras. Entenda o impacto para a mobilidade de Campinas. 🚍

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Campinas aplicou 36.657 multas às empresas de transporte público entre janeiro e julho de 2026 — alta de 47% em um ano. 🚍 Mas R$ 7,6 milhões, ou 40,7% do total, seguem sem pagamento. 🧵

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As autuações somam R$ 18,8 milhões. Desse valor, R$ 11,1 milhões entraram nos cofres da Emdec; os R$ 7,6 milhões pendentes equivalem a quase toda a arrecadação da empresa municipal em 2025: R$ 8 milhões.

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O salto é relevante: no mesmo período de 2025, foram 24.916 infrações. Em 2026, o número chegou a 36.657. Fiscalização mais ativa ajuda a tornar visíveis falhas que afetam diretamente quem depende do ônibus todos os dias.

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Segundo a Emdec, a receita das multas ajuda a custear a gestão e a operação da mobilidade. Parte vai ao próprio transporte público; outra financia administração e jurídico (18,5%), planejamento (11,6%), monitoramento operacional (7,3%), tecnologia e comunicação.

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Multa não é apenas punição: quando é efetivamente cobrada, pode reforçar planejamento, fiscalização e qualidade do serviço. Para os passageiros, isso significa uma oportunidade concreta de transformar regras em ônibus mais confiáveis. 🚌

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Os dados, obtidos via Lei de Acesso à Informação pela EPTV, mostram por que transparência importa: ela permite acompanhar se as concessionárias cumprem suas obrigações e se os recursos retornam à mobilidade urbana.

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O desafio agora é converter autuações em resultados: cobrança eficiente, contratos bem fiscalizados e investimento inteligente podem fazer da mobilidade um serviço mais regular, seguro e acessível para toda Campinas.

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