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🚦 Nova lei reorganiza os auditores de mobilidade urbana, prevê cargos via concurso e redefine a progressão na carreira.

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🚦 Campo Grande sancionou uma lei que muda a carreira dos Auditores Fiscais de Mobilidade Urbana. A medida cria uma transição entre cargos, redefine exigências de formação e condiciona novas vagas a concurso público. Entenda o que muda 🧵

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Primeiro, a nova estrutura passa a ter dois cargos: Auditor Fiscal de Mobilidade Urbana I e II. O nível II será o caminho de entrada para novos profissionais — e só poderá ser ocupado por meio de concurso público.

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Os atuais ocupantes do cargo de nível I não perdem seus postos. Mas esse cargo entrará em um “quadro em extinção”: vagas já desocupadas deixam de existir, e as ocupadas serão extintas quando seus servidores saírem.

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Na prática, é uma substituição gradual, não uma troca imediata. A cada 4 cargos de Auditor I extintos, a lei autoriza a criação de 1 cargo de Auditor II, até o limite de 37 novas vagas.

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Importante: autorizar cargos não significa abrir concurso amanhã. Para nomear alguém, a Prefeitura ainda precisa ter vaga, orçamento, recursos financeiros e cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal.

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A formação também ganha peso na progressão. No nível I, contam do ensino médio à pós-graduação em mobilidade. No nível II, a entrada exige nível superior; especializações ajudam a avançar, e a classe especial pede mestrado ou doutorado.

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Por que isso importa para quem dirige, pedala ou usa ônibus? Uma carreira técnica, com ingresso transparente e qualificação contínua, pode fortalecer a fiscalização e o planejamento do trânsito. Mobilidade urbana segura depende de gente preparada — e de recursos para o serviço funcionar.

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