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Fernanda Klitzke afirma ter sofrido mata-leão e tiros de bala de borracha em Jaraguá do Sul. O caso agora pressiona por apuração independente. 🧵

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Uma candidata a suplente ao Senado pelo PT em SC denuncia ter sofrido violência policial durante uma festa em Jaraguá do Sul. Fernanda Klitzke diz que levou um mata-leão e foi atingida por balas de borracha ao tentar mediar uma discussão. 🧵

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Segundo o relato publicado pelo ICL Notícias, a polícia foi chamada após uma discussão na rua entre um convidado e um vizinho. Fernanda teria saído da festa para tentar acalmar a situação — e a abordagem, segundo testemunhas, escalou rapidamente.

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Vídeos da ocorrência, citados na reportagem, mostram uma ação que testemunhas classificam como desproporcional. Fernanda afirma que se identificou como advogada, mas acabou imobilizada por uma policial e levada à delegacia.

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A denúncia também envolve o momento em que ela estava no camburão. De acordo com a matéria, testemunhas relatam truculência na condução e afirmam que Fernanda continuou sendo alvo de agressões verbais e físicas.

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Depois, Fernanda registrou boletim de ocorrência contra os policiais. Ela falou sobre o caso ao lado da deputada Ana Paula Lima e resumiu a indignação: “A gente precisa mudar isso”. E precisa mesmo: farda não pode virar licença para excesso.

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O candidato ao governo Gelson Merísio pediu ao presidente do TRE-SC uma apuração rápida. Quando uma pessoa ligada a uma campanha denuncia agressão, investigar com independência é essencial — tanto para a vítima quanto para a confiança nas instituições.

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Segurança pública de verdade protege todo mundo, inclusive quem questiona uma abordagem ou tenta evitar conflito. O ponto não é escolher lado: é garantir protocolo, transparência e responsabilização sempre que houver suspeita de abuso estatal.

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