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Resumo em 10 segundos

Estudo com 250 ingressantes em medicina encontrou interesse pelo tema, mas conhecimento limitado sobre riscos, indicações e THC/CBD. 🩺🌿

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Futuros médicos demonstram interesse na cannabis medicinal, mas ainda chegam à graduação com lacunas importantes sobre o tema. 🩺🌿🧵 Um estudo com 250 estudantes nos EUA avaliou o que eles sabem sobre indicações, riscos e THC/CBD.

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A postura dos participantes foi predominantemente favorável ao uso medicinal. Porém, isso não significou domínio científico: a média de acertos foi de 53,7% sobre indicações terapêuticas e 46,1% sobre efeitos adversos.

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Nas perguntas sobre as diferenças entre THC e CBD, a taxa média de acertos foi ainda menor: 45,4%. Entender esses compostos é essencial, porque eles têm efeitos, riscos e aplicações clínicas distintos.

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A principal lacuna está no currículo. Segundo os pesquisadores, menos de 10% das escolas de medicina dos Estados Unidos incluem conteúdos sobre cannabis medicinal na formação.

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O reflexo aparece na autoconfiança: 61,2% dos estudantes disseram não estar preparados para responder dúvidas de pacientes. Para orientar sobre cannabis medicinal, 67,2% afirmaram não se sentir preparados.

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A pesquisa também encontrou um fator associado a melhor desempenho: 34,4% conheciam alguém que usava cannabis medicinal, e esse grupo acertou mais questões sobre indicações. Experiência próxima pode despertar interesse, mas não substitui ensino estruturado.

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O ponto central não é tratar a cannabis como solução universal nem ignorar seu potencial terapêutico. Formação médica baseada em evidências precisa abordar indicações, contraindicações, interações e efeitos adversos — para que pacientes recebam orientação segura.

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À medida que as dúvidas sobre cannabis chegam mais aos consultórios, o ensino precisa acompanhar a ciência. Informação clínica de qualidade é o que separa expectativas, mitos e decisões de saúde bem fundamentadas.

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