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Duas peças-chave da pesquisa no país vão cruzar dados e planejar ações juntas. A ideia é transformar formação de alto nível em mais inovação por aqui. 🔬🇧🇷

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CAPES e Finep acabaram de firmar uma parceria para aproximar formação acadêmica e inovação no Brasil 🔬🇧🇷🧵

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O acordo, assinado durante o congresso do CONFIES, dura inicialmente 8 meses. Não rola transferência de dinheiro entre as instituições: o foco é compartilhar dados, fazer estudos e planejar ações em conjunto.

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Na prática, CAPES e Finep querem entender melhor como mestres e doutores formados no país podem atuar no Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação — das universidades aos projetos de pesquisa e desenvolvimento.

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A CAPES entra forte na formação de pessoal de alto nível. Já a Finep financia estudos e projetos de inovação. Juntar essas pontas parece básico, mas uma integração bem-feita pode evitar esforços duplicados e melhorar decisões.

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Segundo Denise Pires de Carvalho, presidente da CAPES, cruzar competências, informações e estratégias pode ampliar tanto a quantidade quanto a qualidade da formação de pesquisadores.

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Luiz Antônio Elias, da Finep, lembrou um ponto importante: muitos projetos apoiados pela financiadora já contam com mestres e doutores que passaram pela CAPES. Ou seja, essa conexão já existe — agora ganha um canal mais estruturado.

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Ciência não avança só com laboratório e boas ideias. Também precisa de dados confiáveis, instituições que conversem entre si e políticas públicas que deem continuidade à pesquisa. Pode parecer bastidor, mas é daí que saem resultados reais.

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O desafio, claro, é fazer esses 8 meses virarem cooperação duradoura e útil para quem pesquisa em todas as regiões do país. Quando conhecimento circula melhor, a inovação deixa de ser promessa e ganha chance de chegar à vida real.

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