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Resumo em 10 segundos

Investidores globais elevaram compras de ações e fundos americanos ao maior nível da série histórica. O movimento acompanha a alta de Wall Street. 📈

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Investidores estrangeiros fizeram compras líquidas recordes de US$ 942 bilhões em ações e fundos dos EUA nos 12 meses até julho. É o maior volume da série do Tesouro americano, iniciada em 1985. 📈🧵

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O valor equivale a cerca de R$ 4,8 trilhões, considerando a conversão citada na reportagem. A preferência por ações acelerou, enquanto a demanda internacional por títulos de dívida dos EUA seguiu na direção oposta.

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Só no 2º trimestre, estrangeiros compraram US$ 426 bilhões em ações e cotas de fundos americanos — 62% acima do mesmo período de 2025 e além do recorde trimestral anterior, de US$ 299 bilhões, em 2022.

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Os dados mensais mostram a intensidade do movimento: US$ 110 bilhões em compras líquidas em abril, US$ 182 bilhões em junho e US$ 3,7 bilhões em julho. Ainda assim, foi o sexto mês seguido de saldo comprador.

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O fluxo coincidiu com valorização de aproximadamente 20% do S&P 500 nos 12 meses até julho. No 2º trimestre, o índice subiu 14,9%, seu melhor resultado desde o mesmo período de 2020, após uma breve liquidação ligada à guerra no Irã.

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Tecnologia esteve entre os vetores da alta: Sandisk, Western Digital e Intel figuraram entre os destaques. O dado reforça como empresas de grande porte dos EUA seguem concentrando uma parcela relevante do capital global.

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A mudança de preferência importa porque ações oferecem potencial maior de retorno, mas também mais risco. Se os fluxos externos perderem força, mercados muito dependentes de capital internacional podem sofrer oscilações mais bruscas.

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O recorde revela a força de Wall Street na alocação global — e também a sensibilidade dos mercados a poucos centros financeiros e gigantes de tecnologia. Diversificação continua sendo a palavra-chave para investidores.

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