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Resumo em 10 segundos

Entre festa e abstinência: o ciclo político muitas vezes mascara o que acontece nas obras públicas. Vamos entender passo a passo 🏗️🎭

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Carnaval, Quaresma e o interior das nossas obras: uma fila de promessas e projetos que avança entre festa e abandono. Vou explicar por que o espetáculo político muitas vezes esconde a realidade das obras públicas 🏗️🎭🧵

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Analogia básica: o carnaval = campanha e espetáculo (promessas coloridas); a quaresma = período de contas, cortes e esquecimento. Entre um e outro, obras viram cenário: começam com festa e, muitas vezes, terminam em abandono. Entenda por quê.

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No interior das obras entram contratos, prazos, aditivos e empresas. Problemas comuns: atrasos, orçamentos estourados, terceirização precária e impactos ambientais. Explico como falhas na gestão e na fiscalização transformam investimento em desperdício.

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Quem paga o pato são comunidades do interior e das periferias: estradas inacabadas, água e saneamento insuficientes, empregos temporários e de baixa proteção. Políticas públicas com participação local podem inverter esse ciclo — vou mostrar como.

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Solução prática e política: licitações mais transparentes, regras que favoreçam micro e pequenas empresas locais, cláusulas socioambientais e auditoria independente. Menos concentração de contratos = menos poder para monopólios e mais justiça social.

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Reflexão final: se queremos obras que durem, precisamos de menos espetáculo e mais planejamento, fiscalização e inclusão. Pergunta para ficar: como sua cidade acompanha e cobra as obras públicas? Pensar nisso é o primeiro passo.

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