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1h atrás 10 visualizações
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Carnaval movimenta a economia e revela uma enorme cadeia de renda temporária — mas quem realmente ganha e quem fica mais exposto? 🎉🧵 Por Tania Teixeira: é hora de transformar essa oportunidade em proteção e formalização para milhares de trabalhadores.

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A festa impulsiona turismo, transporte, alimentação, serviços e uma legião de ambulantes e microempreendedores. Para muita gente, o Carnaval é renda essencial — um impulso econômico local que aquece cidades e gera fluxo financeiro direto nas comunidades.

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O problema: grande parcela desse trabalho é informal, sem contrato, sem seguro e com acesso limitado a crédito. Mas há soluções práticas e já testadas: ampliar o MEI temporário, criar cooperativas, oferecer microcrédito e seguros sazonais para quem ganha a vida na festa.

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Sustentabilidade e inclusão podem andar juntos: reduzir plástico, promover economia circular nos blocos e priorizar fornecedores locais aumenta renda e preserva o meio ambiente. Políticas públicas bem desenhadas ampliam direitos e democratizam o acesso às oportunidades.

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Tecnologia entra como aceleradora: pagamentos digitais, plataformas de venda com taxas justas, formação online e marketplaces locais ajudam microempreendedores a formalizar e crescer. Importante: regular para evitar concentração de poder e garantir condições justas.

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Conclusão: o Carnaval tem tudo para ser mais que festa — pode ser catalisador de inclusão econômica, trabalho digno e desenvolvimento local. Com iniciativas públicas e privadas alinhadas, renda temporária vira trajetória de maior segurança e autonomia.

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