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🎭📱 Novas ações põem propaganda eleitoral, redes sociais e uso de recursos públicos sob a lupa da Justiça Eleitoral. Entenda o que está em jogo 🧵

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Carnaval, plataforma de vídeos e uma suposta rede de postagens coordenadas: Lula e Flávio Bolsonaro abriram novos capítulos da disputa no TSE. 🎭📱 A Justiça Eleitoral vai analisar alegações dos dois lados — e isso importa para a integridade do debate público. 🧵

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Desde o início oficial da campanha, já foram registradas 41 decisões relacionadas às duas candidaturas, segundo levantamento de O GLOBO. Os temas vão de propaganda e direito de resposta a internet, desinformação e inteligência artificial.

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Flávio e o PL apresentaram 27 ações; Lula e partidos de sua coligação, 14. O número mostra como a campanha também está sendo disputada nas regras: transparência, equilíbrio de recursos e responsabilidade nas plataformas ganham peso.

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Uma ação de Flávio questiona o desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou Lula em fevereiro. Os autores apontam R$ 9,6 milhões em repasses públicos após o anúncio do enredo e alegam possível abuso de poder político e econômico.

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O corregedor-geral eleitoral, ministro Antonio Carlos Ferreira, autorizou o processamento do caso. Isso NÃO é uma condenação: significa que haverá defesa e análise de provas. Lula, Alckmin, Janja e demais investigados terão cinco dias para se manifestar.

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Do outro lado, a coligação de Lula levou ao TSE questionamentos sobre uma plataforma de vídeos da campanha de Flávio e uma suposta rede coordenada de “collabs” pró-senador. Regras claras para o ambiente digital ajudam a proteger eleitores de todos os lados.

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O ponto positivo: temas antes tratados como detalhe — dinheiro público, alcance de conteúdos e coordenação em redes — estão sob escrutínio institucional. Uma democracia mais forte depende de campanhas competitivas, mas também verificáveis e justas.

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