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🚗 O Move Brasil pode incluir BYD Atto 2, King e Song Pro, com financiamento de até R$ 200 mil. Mas quem realmente conseguirá entrar nessa rota?

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🚗 O Move Brasil pode ganhar novos carros — e a BYD mira Atto 2, King e Song Pro na lista. O teto de financiamento subiu para R$ 200 mil. Isso amplia a escolha de motoristas de app e taxistas ou empurra a categoria para dívidas maiores? 🧵

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A lógica do programa é simples: oferecer crédito mais barato para quem trabalha dirigindo. A taxa é de 12,6% ao ano para homens e 11,5% para mulheres, bem abaixo da média de 28% do financiamento convencional. Mas taxa menor basta para tornar a conta viável?

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Para participar, o motorista precisa ter cadastro ativo há ao menos um ano e 100 corridas no período. É um filtro razoável contra fraude — ou deixa de fora quem acabou de entrar numa atividade já marcada por renda instável?

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Os veículos precisam vir de montadoras habilitadas no Mover e ser flex, híbridos ou híbridos a etanol. A exigência ambiental é positiva, mas por que o acesso a carros mais eficientes ainda depende tanto de crédito individual, e não de uma política ampla de mobilidade?

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A BYD trabalha para colocar no programa o híbrido flex Atto 2, o sedã King e o SUV Song Pro, todos abaixo de R$ 200 mil, segundo fontes. A Chevrolet também iniciou a inclusão do Captiva EV, de R$ 199.990. Mais opções significam concorrência real?

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Volkswagen, Fiat, Renault, GM, Honda, Hyundai, Nissan, Peugeot, Toyota, BMW, BYD e GWM estão habilitadas. A lista cresce, mas é dominada por grandes grupos. O programa conseguirá estimular produção local, peças acessíveis e rede de manutenção fora dos grandes centros?

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Um carro mais econômico pode reduzir custos de combustível e emissões — ótimo no papel. Só que seguro, recarga, manutenção e desvalorização entram na planilha. Sem remuneração justa nas plataformas, quem absorve o risco financeiro dessa “modernização”?

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O Move Brasil pode abrir uma porta importante para renovar a frota de quem vive ao volante. Mas a pergunta decisiva não é só “quais carros entram?”: é se a renda gerada por eles paga, com segurança, a parcela que vem junto.

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