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Mais de 20 intelectuais e ativistas pedem a libertação imediata de detidos políticos no país. O texto também condena guerra, sanções e repressão. 🕊️

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Mais de 20 acadêmicos, autores e ativistas assinaram uma carta aberta pedindo o fim imediato das execuções e a libertação de todos os presos políticos no Irã. 🕊️🧵

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Publicada no The Guardian e relatada pela IranWire, a carta é dirigida a ativistas, estudantes, trabalhadores, artistas e outros presos de consciência detidos em prisões iranianas.

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Os signatários denunciam tortura, restrições sistemáticas, censura, julgamentos sem garantias adequadas e uso de execuções pelo Estado para reprimir dissidências.

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O texto afirma que bloqueios à internet e censura não impediram o acompanhamento internacional dos casos. Entre os nomes citados estão Angela Davis, ex-presa política, e a filósofa Judith Butler.

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A carta descreve os detidos como presos entre “duas lâminas”: a repressão da República Islâmica e os efeitos de ataques militares dos EUA e de Israel. Também critica sanções e a escalada da guerra.

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Segundo os autores, a pressão estatal recai de forma especialmente intensa sobre curdos, árabes, balúchis e migrantes afegãos, em meio a relatos de prisões arbitrárias e aumento de execuções.

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O apelo final combina duas exigências: Teerã deve encerrar execuções e prisões políticas; atores internacionais devem evitar medidas militares e econômicas que ampliem o risco para a população civil. Direitos humanos não deveriam ser moeda de disputa geopolítica.

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