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💳 Mesmo com o Pix em alta, crédito cresce 12% no Brasil. Agora, bandeiras e credenciadoras voltam o foco ao mercado corporativo e à tecnologia.

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💳 Cartões de crédito, débito e pré-pagos movimentaram R$ 2,3 trilhões no Brasil no 1º semestre de 2026, alta de 8% em um ano. Mesmo com o Pix, o crédito avançou 12% e somou R$ 1,7 trilhão. 🧵

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O dado da Abecs mostra uma divisão de usos, não uma simples substituição. O Pix domina transferências e compras menores; o cartão segue forte em transações de maior valor, e-commerce e parcelamento sem juros.

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A diferença aparece no tíquete médio: no Pix, gira em torno de R$ 250. No crédito, supera R$ 450 nas compras à vista e passa de R$ 1.000 quando há parcelamento, segundo dados citados pelo setor.

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Nem todas as modalidades tiveram o mesmo desempenho: pré-pagos movimentaram R$ 191,1 bilhões, alta de 0,5%. Já o débito recuou 1,8%, para R$ 481 bilhões. Pagamentos por aproximação ajudaram a sustentar a digitalização do crédito.

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A próxima disputa está no B2B. Hoje, pessoas jurídicas respondem por apenas 9% do volume transacionado por cartões no país. Mastercard e outros participantes do ecossistema querem transformar cartões em soluções de gestão para empresas, não só meios de pagamento.

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Para o consumidor e para negócios, a concorrência entre Pix, cartões e novas plataformas tende a ampliar conveniência. O desafio é combinar inovação com segurança, transparência de custos e acesso para pequenos empreendedores. A tecnologia financeira está virando infraestrutura.

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