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Resumo em 10 segundos

🏪 Reestruturação reduziu 28% do quadro de funcionários, fechou lojas e culminou em pedido de recuperação judicial.

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Casas Bahia eliminou quase 12 mil postos de trabalho desde 2023 — uma redução de 28% do quadro — enquanto fechava lojas e reduzia investimentos para cortar custos. A companhia pediu recuperação judicial em 16 de agosto. 🏪🧵

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Os dados mostram a dimensão do enxugamento: o grupo tinha 41.866 funcionários em junho de 2023. No segundo trimestre de 2026, eram 30.117. A queda estimada é de 11.749 vagas em cerca de três anos.

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A redução começou com o Plano de Transformação, lançado em 2023. Ao fim daquele ano, o quadro já havia caído para 37.958 pessoas. Em 2024, chegou a 31.739; em 2025, ficou próximo de 30,3 mil.

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A rede física também encolheu. Em 2023, o número de lojas passou de 1.127 para 1.078. Em 2025, houve mais 34 fechamentos, reduzindo o total de 1.076 para 1.042 unidades.

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A nova rodada previa cerca de 3.000 demissões e o fechamento de 298 lojas. Em 18 de agosto, o TRT-10 suspendeu provisoriamente os cortes e proibiu novas dispensas coletivas sem negociação prévia com sindicatos.

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A decisão judicial não determina a reabertura das unidades. Mas reforça que demissões em massa exigem diálogo coletivo, especialmente quando milhares de trabalhadores são afetados por uma reorganização empresarial.

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A Casas Bahia afirma que as medidas foram necessárias para adequar a estrutura ao tamanho atual da operação. O caso expõe o desafio do varejo: buscar eficiência financeira sem transferir todo o custo da crise para empregos e cidades dependentes dessas lojas.

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