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Resumo em 10 segundos

Um cão teve diagnóstico confirmado após contato com morcegos. Entenda, sem alarmismo, por que vacina e resposta rápida salvam vidas. 🦇🐶

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Um caso de raiva em um cão no Rio de Janeiro, após contato direto com morcegos, reacendeu um alerta essencial: a doença é evitável — mas exige prevenção e ação rápida. 🦇🐶🧵

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Primeiro, o básico: a raiva é uma zoonose viral, ou seja, pode passar de animais para pessoas. Ela ataca o sistema nervoso e causa uma encefalite progressiva. Depois que os sintomas começam, a letalidade é próxima de 100%.

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Por que os morcegos entram nessa história? Eles podem carregar o vírus e transmiti-lo por mordida, arranhão ou contato de saliva com mucosas — como olhos e boca — ou pele ferida. Nem todo morcego tem raiva, mas um comportamento incomum é sinal de alerta.

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Encontrou um morcego caído, ativo durante o dia, pendurado em cortina ou parede? Não toque, não tente capturar e não mate o animal. Afaste cães e gatos e acione os serviços municipais responsáveis por zoonoses ou vigilância ambiental.

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A principal barreira é simples e eficaz: manter a vacina antirrábica de cães e gatos em dia. Também ajuda evitar que animais circulem sozinhos na rua. Para gatos, telas em portas e janelas reduzem muito o risco de encontro com morcegos.

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Houve mordida, arranhão ou lambedura em pele lesionada ou mucosa por qualquer mamífero? Procure uma unidade de saúde o quanto antes — mesmo se o ferimento for pequeno ou o contato tiver ocorrido há dias. Exposição a morcegos é sempre considerada grave.

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Se um cão ou gato domiciliado agredir alguém, deve ficar em observação por 10 dias. Caso adoeça, morra, desapareça ou mude de comportamento, o serviço de saúde precisa ser avisado imediatamente. Informação rápida melhora a resposta de saúde pública.

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No Rio, os últimos óbitos humanos por raiva ocorreram em 2006 e 2020; ambos ligados a morcegos infectados. É uma doença rara, mas não esquecida: vacina, vigilância e acesso ágil ao atendimento são a combinação que impede novas tragédias.

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