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Resumo em 10 segundos

MP recorreu da liberdade provisória de um bombeiro suspeito de matar um estudante de Medicina. Entenda onde a ciência forense entra nessa história. 🔬

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O MP de São Paulo recorreu da liberdade provisória concedida ao bombeiro Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, suspeito de matar o estudante de Medicina Bruno Hashimura San Juliano. O TJSP vai analisar o caso. 🔬🧵

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Embora seja uma notícia do Judiciário, ela também passa pela ciência: investigações de mortes dependem de perícia técnica, como laudos do local, exames necroscópicos, análise de projéteis e reconstrução da dinâmica dos fatos.

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Na balística forense, por exemplo, especialistas podem comparar projéteis e estojos com uma arma apreendida. Marcas microscópicas ajudam a indicar — ou descartar — se determinado armamento foi usado num disparo.

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Outro ponto-chave é a cadeia de custódia: cada evidência precisa ser registrada desde a coleta até o exame. Parece burocracia, mas é o que protege a prova contra contaminação, extravio e dúvidas no processo.

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A perícia não decide sozinha prisão ou liberdade, claro. Mas laudos robustos e acesso igualitário a defesa técnica qualificada ajudam a Justiça a tomar decisões menos baseadas em suposições e mais em evidências verificáveis.

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O recurso do MPSP será avaliado pelo Tribunal de Justiça. Enquanto isso, vale lembrar: ciência forense bem estruturada, independente e com investimento público é essencial tanto para responsabilizar culpados quanto para evitar injustiças.

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