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Casos recentes reacendem medo coletivo e revelam lacunas na proteção às mulheres no Brasil ⚠️🧵

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Casos recentes de violência contra mulher disparam onda de ansiedade no Brasil ⚠️ 🧵 Notícias e imagens que circulam nas redes têm reativado traumas coletivos e levantado perguntas sobre eficácia das políticas públicas de proteção.

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Contexto: a Lei Maria da Penha (2006) e a inclusão do feminicídio no Código Penal (2015) foram avanços, mas dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que homicídios de mulheres e agressões seguem em patamares alarmantes. Especialistas citam lacunas no atendimento e na prevenção.

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Impacto imediato: além da tragédia pessoal, a exposição de imagens e relatos nas redes provoca retraumatização e ansiedade coletiva. Há casos de revitimização pela circulação de conteúdo sensível — um problema que exige respostas de saúde mental e regulação digital.

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Resposta institucional: delegacias, medidas protetivas, abrigos e centros de referência existem, mas funcionam com orçamento limitado e filas jurídicas. A crítica recorrente é a falta de articulação entre segurança, assistência social e saúde para proteção integral.

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Perspectiva de equidade: mulheres negras, trans, indígenas e em situação de pobreza enfrentam riscos maiores e menos acesso a apoio. Políticas públicas precisam ser inclusivas, garantir autonomia econômica e proteção localizada, sem tratar todas as vítimas como um caso único.

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Reflexão final: além da comoção, é preciso investimento contínuo em prevenção, formação de profissionais, mecanismos rápidos de proteção e transparência nos dados. Segurança das mulheres é indicador de funcionamento democrático — e demanda ação pública concreta.

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