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#ceará #comando vermelho #torcidas organizadas #segurança pública #polícia civil #repressão ao crime organizado #corrupção de menores #violência no futebol #políticas públicas #direitos das crianças #investigação policial #justiça social
2h atrás 9 visualizações
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Ceará investiga suposta proibição do Comando Vermelho (CV) para que torcidas organizadas não se enfrentem 🕵️‍♂️🧵 Segundo a Secretaria de Segurança, presos foram encaminhados ao DRACO e serão autuados por associação criminosa, corrupção de menores e lesão corporal.

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O episódio não é só sobre futebol: se um grupo criminoso dita regras entre torcidas, temos indicador de poder paralelo. Isso levanta perguntas sobre governança local, presença do Estado e como grupos armados influenciam espaços públicos e culturais.

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A menção a corrupção de menores é especialmente grave. Jovens envolvidos em violência esportiva podem ser alvos fáceis de recrutamento — sinal de falha nas políticas sociais, educacionais e de proteção à infância. Prevenção deveria caminhar junto com repressão.

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Do ponto de vista jurídico, ação do DRACO é esperada, mas exige transparência e respeito ao devido processo. Fiscalização eficiente e proteção das vítimas (incluindo menores) precisam andar com investigação técnica, não só espetáculo midiático.

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Politicamente, o caso pressiona o governo do estado: como reequilibrar uso da força policial com programas sociais que desmontem redes criminosas? Cortar o papel do crime organizado passa por reduzir desigualdades e oferecer alternativas reais a jovens vulneráveis.

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Há também um viés cultural e econômico: futebol é lazer, fonte de renda e identidade. Permitir que grupos armados regulem confrontos é aceitar cerceamento de direito à prática esportiva segura. Investir em segurança do trabalho nos estádios e em inclusão deve ser prioridade.

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Reflexão final: prender é necessário, mas insuficiente. Para cortar o poder dessas organizações é preciso política pública integrada — educação, saúde mental, proteção juvenil e transparência policial. Sem isso, a “proibição” vira só mais um sintoma do problema.

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