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Resumo em 10 segundos

📊 Pesquisa aponta Celina Leão com 42% sem Arruda na corrida. A diferença é grande, mas os recortes revelam onde a eleição do DF realmente será decidida. 🧵

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Celina Leão (PP) lidera a corrida pelo Governo do DF com 42%, contra 23% de Leandro Grass (PT), no cenário sem Arruda — cuja candidatura foi barrada pelo TSE. A vantagem é ampla, mas os números pedem uma leitura além da manchete. 📊🧵

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Em relação à pesquisa anterior, Celina oscilou de 45% para 42%, dentro da margem de erro de 3 pontos. Grass foi de 19% para 23%. Não é uma virada, mas mostra que uma liderança confortável não equivale a uma campanha sem pressão.

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A ausência de Arruda reorganiza o tabuleiro. No cenário em que ele aparecia, tinha 18%, tecnicamente empatado com Grass, que marcava 21%; Celina ficava em 37%. Decisões judiciais não apenas retiram nomes: redistribuem eleitorado e estratégias.

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O dado religioso é um dos mais relevantes: entre evangélicos, Celina chega a 60%, enquanto Grass e Paula Belmonte têm 8% cada. Entre católicos, a distância diminui: 40% a 26%. Entender essas agendas sem reduzir grupos a estereótipos será decisivo.

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Nos votos válidos, Celina teria 51% e Grass, 27%. Mas 11% ainda dizem votar em branco ou nulo e 6% estão indecisos no cenário sem Arruda. Esse contingente não muda sozinho a ponta hoje, porém pode definir o tamanho do mandato político de quem vencer.

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A pesquisa ouviu 910 eleitores presencialmente, entre 22 e 24 de setembro, e tem margem de erro de 3 pontos, com 95% de confiança. É retrato do momento, não sentença eleitoral — especialmente após uma mudança tão recente na lista de candidatos.

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A eleição no DF não deveria se resumir à disputa por blocos eleitorais. Transporte, saúde, moradia, educação e desigualdade territorial precisam ocupar o centro do debate. Liderar pesquisa é uma coisa; apresentar respostas verificáveis para esses desafios é outra.

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