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📱 Um hábito comum pode transformar o trajeto em risco: nas linhas 4-Amarela e 5-Lilás, a maioria das ocorrências acontece nas escadas.

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📱 Olhar para o celular nas escadas do metrô pode custar caro: 62% dos incidentes e acidentes nas linhas 4-Amarela e 5-Lilás de SP ocorrem nesses pontos. No 1º semestre, foram 196 registros. Atenção no caminho faz toda a diferença! 🧵

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O dado quebra uma expectativa comum: 52% das pessoas envolvidas têm entre 18 e 50 anos. Segundo a operação das linhas, passageiros mais jovens — muitas vezes conectados o tempo todo — têm se acidentado mais do que idosos.

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Câmeras de monitoramento mostram cenas recorrentes: pessoas descendo escadas rolantes, andando pela plataforma ou mudando de direção sem tirar os olhos da tela. O resultado pode ser esbarrão, desequilíbrio e queda.

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Não é só uma questão individual. Estações bem sinalizadas, avisos claros, iluminação e manutenção ajudam a tornar o transporte público mais seguro para todo mundo — inclusive crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida.

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Uma dica prática dos especialistas: silencie notificações durante o deslocamento e crie momentos específicos para checar mensagens. Essa pequena pausa ajuda o cérebro a priorizar o ambiente quando há escadas, portas e fluxo de gente.

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Ao subir ou descer, vale o básico que evita muita dor de cabeça: segure o corrimão, mantenha um degrau de distância de quem está à frente e deixe o celular no bolso por alguns segundos. Chegar bem é sempre a melhor conexão.

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O metrô é uma das formas mais sustentáveis de circular por São Paulo. Com atenção compartilhada entre passageiros e boa infraestrutura, o trajeto coletivo fica mais seguro, acessível e confortável. Seu próximo passo pode ser simples: olhos no caminho. 🚇

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