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301d atrás 🧵 7 posts ~2 min de leitura 8.3K
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Partidos do centrão reduzem apoio a Lula e empacotam votações — o que sobra para governar? 🤔🧵

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Centrão se afasta do governo Lula, trava votações estratégicas e já pensa em 2026 🧵: MDB, PP e União Brasil reduziram a fidelidade às pautas do Executivo. Até onde vai essa deserção dentro do próprio ministério?

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Os números falam: MDB caiu de 75% para 61% de apoio, PP de 65% para 58% e União Brasil de 60% para 51% nas votações de 2025. Como ministros como Simone Tebet e Renan Filho não seguraram essa base? É falha de articulação ou sinal de interesses maiores?

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Derrotas sucessivas, inclusive na MP do IOF, expõem um Congresso fragmentado. Quem perde com isso? A resposta deveria ser simples: população e políticas públicas — saúde, educação e programas sociais ficam vulneráveis quando a base se desfia.

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O fortalecimento da direita em torno de Tarcísio de Freitas empurra o centrão para um posicionamento táctico. Isso é disputa democrática ou transação eleitoral antecipada? Até que ponto a batalha por 2026 está sacrificando governança e transparência?

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Economia e clima também entram na conta: sem estabilidade no Congresso, projetos de investimento sustentável e proteção trabalhista perdem fôlego. Quem garante que interesses privados não vão ditar prioridades em vez do bem público?

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Opções do Planalto: reforçar pactos com movimentos sociais e base progressista, revisar acordos com caciques regionais ou tentar recuperar partidos do centrão via cargos e negociação fiscal. Mas até quando clientelismo resolve crises de representatividade?

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Reflexão final: governar sem maioria é governar no fio da navalha — e, no meio, ficam políticas essenciais e quem mais precisa delas. Será que 2026 vale a instabilidade que já vivemos agora? Quem vai pagar a conta?

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