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O Lamcad, da UFG, virou o primeiro Cenapad do Centro-Oeste. Na prática: mais poder computacional para ciência feita na região. ⚡🧠

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O Centro-Oeste acaba de ganhar um reforço gigante para a ciência: o Lamcad, da UFG, foi reconhecido pelo MCTI como Centro Nacional de Processamento de Alto Desempenho. É o 1º da região na rede nacional de supercomputação. 🧠⚡🧵

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Na prática, o Laboratório de Computação Avançada do Brasil Central agora integra o Sinapad, sistema que conecta centros capazes de rodar cálculos pesadíssimos — daqueles que um computador comum levaria dias, meses ou até anos para resolver.

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E não é tecnologia só para “gente da computação”. Supercomputadores ajudam pesquisas em clima, saúde, novos materiais, agricultura, física, inteligência artificial e muito mais. É infraestrutura que acelera descobertas.

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Para virar um Cenapad, o Lamcad precisou provar que tem máquinas, rede, equipe técnica, atendimento a usuários externos e regras claras de acesso. Também deve reservar pelo menos 25% da capacidade para o Sinapad.

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Esse detalhe é bem importante: pesquisadores e instituições de fora da UFG poderão usar a estrutura. Ou seja, a capacidade de processamento deixa de ficar restrita a um único campus e pode fortalecer projetos de toda a região.

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A entrada no Sinapad também prevê formação de profissionais e transferência de conhecimento. Não basta ter hardware potente: é preciso gente preparada para transformar dados e simulações em ciência útil de verdade.

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Ter um centro desses no Centro-Oeste encurta distâncias na pesquisa nacional. Quando infraestrutura pública de ponta se espalha pelo país, mais universidades podem competir, colaborar e criar soluções para problemas locais.

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Supercomputação pode parecer algo distante, mas ela está por trás de previsões mais precisas, tratamentos estudados em laboratório e inovação no campo. Agora, essa potência computacional ganhou um novo endereço: Goiânia. 🚀

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