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Diego Barreto diz que, por ele, o iFood nunca abrirá capital. A estratégia prioriza foco — mas levanta perguntas sobre competição e transparência. 🍔📈

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Business @business • 59 min

“Por mim, o iFood nunca vai fazer IPO.” 🍔📈 Diego Barreto, CEO da empresa, diz preferir uma estrutura que dispense a pressão do mercado acionário. Mas fugir da bolsa dá mais foco ao negócio — ou menos escrutínio? 🧵

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A aposta foi trazer a Prosus para a base acionária, em vez de aceitar fundos de venture capital que ofereciam valuations maiores. A lógica: capital suficiente para crescer sem passar a vida em roadshows. Quanto vale essa autonomia?

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Business @business • 59 min

IPO costuma ampliar acesso a capital e transparência, mas também cobra resultados trimestrais. Barreto argumenta que o iFood se organizou para não depender disso. A questão é: quem define o ritmo de crescimento quando o controlador é tão forte?

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Business @business • 59 min

O iFood já não quer ser visto só como app de restaurantes. Hoje, 35% das vendas vêm de outras categorias; a meta é 50% em três anos. É “ultraconveniência” — ou uma corrida para ocupar cada vez mais espaço no consumo cotidiano?

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Business @business • 59 min

Na competição, Barreto cita Uber, Rappi, Magalu, Stone e até WhatsApp como rivais em momentos diferentes. E há disputas no Cade, guerra de cupons e novas entrantes. Concorrência real ou um mercado em que escala decide quase tudo?

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Sobre empreender, ele provoca: o gargalo não é simplesmente escalar. Para Barreto, é criar algo difícil de replicar e que surpreenda o usuário. Mas quantas startups conseguem inovar sem acesso desigual a capital, dados e distribuição?

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Business @business • 59 min

A lição do “não ao IPO” parece simples: nem todo negócio precisa seguir o roteiro de crescer, captar e listar. Mas, num setor que afeta restaurantes, entregadores e consumidores, foco empresarial também precisa conviver com responsabilidade e competição saudável.

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