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Riccio diz que contas públicas equilibradas podem destravar crescimento, reduzir juros e mudar a forma como brasileiros investem. 📊🇧🇷

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Ajuste fiscal pode mudar o jogo dos investimentos no Brasil? 📊🧵 Para Alexandre Riccio, CEO do Inter, colocar as contas públicas numa trajetória mais equilibrada é peça-chave para crescer sem inflação e, lá na frente, conviver com juros estruturalmente menores.

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A lógica é bem direta: se o país reduz incertezas fiscais e enfrenta gargalos que travam a economia, o custo para emprestar dinheiro tende a cair. E juros menores ajudam empresas a investir, famílias a financiar projetos e a economia a respirar melhor.

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Hoje, com juros altos, muita gente resolve a vida financeira na renda fixa — e não é errado. Ela oferece previsibilidade e segurança. Mas Riccio diz que, num cenário de juros mais baixos, diversificar deixaria de ser opção distante e viraria necessidade.

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Na prática, entrariam mais no radar ações, fundos multimercado e outros ativos de renda variável. Só que tem um detalhe importante: retorno maior costuma vir com mais risco. Não existe investimento milagroso — e diversificação não elimina perdas.

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É aí que entra educação financeira. Para o CEO do Inter, entender risco, prazo, inflação e objetivos pessoais dá mais segurança para decidir. E isso precisa chegar além de quem já acompanha mercado: informação clara amplia o acesso a melhores escolhas.

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Sobre eleições, Riccio evitou cravar um roteiro. O mercado vai olhar mês a mês para inflação, dados da atividade e, principalmente, o plano fiscal do governo que assumir. Promessa importa; execução consistente pesa muito mais.

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No fim, a discussão não é só sobre Bolsa ou rentabilidade. Um ajuste fiscal bem desenhado, com responsabilidade e foco no crescimento, pode ajudar o Brasil a planejar os próximos 5, 10 e 20 anos — com menos juros altos como regra e mais opções para quem investe.

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