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🩺 Fórum discute como aliviar o sofrimento, fortalecer o SUS e ampliar o cuidado integral quando a cura não é possível.

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🩺 O CFM abriu o I Fórum de Medicina Paliativa defendendo debate ético e cuidado integral ao paciente. O evento aborda a política nacional do SUS, tecnologia e os desafios de aliviar o sofrimento em diferentes contextos assistenciais. 🧵

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Com o tema “Medicina Paliativa: entre certezas e horizontes”, o fórum foi aberto nesta terça-feira (6). A programação reúne mesas sobre a Rede de Atenção à Saúde, dados nacionais e internacionais e a prática na era digital.

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Para Emmanuel Fortes, presidente em exercício do CFM, temas sensíveis precisam ser discutidos em uma instituição orientada pela ética médica. Ele ressaltou que o debate é amplo, mas a execução de práticas deve respeitar as leis e normas vigentes.

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A organizadora Maíra Dantas propôs uma pergunta central: o que o paciente gostaria de ouvir? Em situações de dor, medo ou doença sem cura, a busca costuma ser a mesma: alívio do sofrimento e acolhimento qualificado.

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Cuidados paliativos não significam abandonar tratamentos. A abordagem busca prevenir e aliviar sofrimento físico, emocional, social e espiritual, com comunicação clara e decisões alinhadas aos valores do paciente e de sua família.

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A Política Nacional de Cuidados Paliativos no SUS foi destacada como avanço histórico. O desafio agora é fazer esse cuidado chegar à rede pública de forma contínua, multiprofissional e adaptada às realidades sociais de cada território.

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Em um sistema de saúde muitas vezes centrado na cura a qualquer custo, a medicina paliativa reforça um princípio básico: quando a cura não é possível, ainda há muito a fazer — controlar sintomas, informar, escutar e cuidar com dignidade.

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