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🩺 Fórum nacional reuniu especialistas para discutir como as transformações digitais estão redefinindo a proteção à saúde de quem trabalha.

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🩺 Saúde mental, tecnologias emergentes e autonomia profissional entraram no centro do debate no XII Fórum de Medicina do Trabalho, aberto pelo CFM em Brasília. O encontro reúne especialistas de todo o país. 🧵

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O tema do fórum é “Os Desafios Contemporâneos da Medicina do Trabalho: autonomia médica, inovação e proteção à saúde do trabalhador”. A programação discutiu como mudanças no mundo do trabalho afetam prevenção, diagnóstico e acompanhamento em saúde.

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A coordenadora da Câmara Técnica de Medicina do Trabalho, Rosylane Rocha, afirmou que o médico da área deve atuar como agente de atenção primária à saúde do trabalhador — frequentemente, a primeira linha de cuidado desse público.

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Segundo Rocha, a atuação não pode se limitar à burocracia. A proposta é uma medicina do trabalho mais resolutiva, capaz de identificar riscos, orientar prevenção e garantir assistência integral diante de ambientes profissionais em rápida transformação.

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Entre os temas debatidos estão saúde mental na era digital, judicialização e novas tecnologias. A discussão é relevante porque ferramentas digitais, metas e novas formas de organização do trabalho podem criar riscos que exigem avaliação técnica contínua.

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Na abertura, o presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, também defendeu atenção à qualidade da formação médica. Ele criticou a abertura de cursos sem condições adequadas e citou o endividamento de profissionais recém-formados.

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O fórum reforça um ponto científico e prático: proteger a saúde no trabalho exige prevenção baseada em evidências, formação qualificada e integração entre especialidades. Em um mercado em mudança, cuidar de quem trabalha é parte essencial da saúde pública.

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