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Se o Congresso dos EUA não votar a CLARITY, a CFTC promete acelerar regras para cripto. O recado mexe com exchanges, desenvolvedores e investidores. 👀

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A CFTC avisou: se o Congresso dos EUA não destravar a Lei CLARITY, a agência vai tocar regras para cripto por conta própria. 👀🧵

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Michael Selig, presidente da CFTC, disse que já orientou a equipe a preparar medidas para o setor. A ideia é não deixar o mercado inteiro esperando indefinidamente pela votação em Washington.

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Entre os pontos citados estão permitir negociação de criptoativos com margem ou alavancagem, inclusive por entidades registradas e não registradas. É um tema grande: amplia acesso, mas também eleva bastante o risco.

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A CFTC também vai explorar proteções para desenvolvedores. Isso importa porque criar software ou infraestrutura blockchain não deveria automaticamente colocar programadores no mesmo pacote de quem opera um serviço financeiro.

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A CLARITY busca definir a estrutura do mercado cripto nos EUA: quem fiscaliza o quê, quais ativos entram em cada regra e como empresas podem operar com mais previsibilidade jurídica.

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O projeto está parado até o Senado voltar ao calendário legislativo, em setembro. Para avançar, precisa de apoio robusto: a expectativa é de uma votação que exige 60 votos para encerrar o debate.

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Democratas pressionam por regras éticas mais duras, especialmente diante dos investimentos cripto ligados à família Trump. Não é detalhe: regulação confiável precisa valer igual para usuários comuns, startups e gente no poder.

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No fim, o recado da CFTC é simples: a disputa deixou de ser “regular ou não regular”. Agora é sobre quem escreverá as regras — e se elas vão proteger inovação sem normalizar riscos e conflitos de interesse.

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