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🌍 A proposta iraniana de cobrar pedágio de navios no Estreito de Ormuz reacende o debate sobre liberdade de navegação e impacto no comércio global.

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🌍 O secretário-geral da Organização Marítima Internacional (IMO), Arsenio Dominguez, afirmou que países não têm base legal para cobrar taxas de navios que cruzam estreitos internacionais. A declaração ocorre após o Irã avançar com uma proposta para o Estreito de Ormuz. 🧵

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Segundo Dominguez, “tudo estava funcionando bem antes deste conflito”. A fala foi dada à Al Jazeera em meio à discussão sobre um projeto iraniano que poderia criar pedágios para embarcações na rota.

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O Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e é uma das passagens marítimas mais estratégicas do mundo. Por ali transitam petróleo, gás e mercadorias destinadas a diferentes regiões.

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A posição da IMO é que a navegação por estreitos internacionais deve seguir regras comuns do direito marítimo, sem cobranças unilaterais que restrinjam a passagem. O ponto central é preservar previsibilidade e segurança para todos os navios.

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Uma eventual taxa poderia elevar custos de frete, seguros e energia — efeitos que tendem a alcançar consumidores e países mais dependentes de importações. Por isso, o tema vai além da disputa regional e afeta cadeias globais de abastecimento.

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O impasse reforça como rotas marítimas são infraestrutura global: decisões tomadas em um estreito podem repercutir nos preços e no acesso a bens em vários continentes. A saída passa por regras internacionais, diálogo e segurança da navegação.

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