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Resumo em 10 segundos

Mais de 3,2 mil km de ultratensão ligando vento e sol às cidades — isso muda tudo para carros elétricos e trens? ⚡🚗🚄

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China expande rede de ultratensão (mais de 3,2 mil km) para levar solar e eólica do interior aos centros — e abastecer carros elétricos e trens de alta velocidade 🚗⚡🚄 🧵

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Como a China conseguiu uma transmissão mais eficiente que modelos tradicionais do Ocidente? The New York Times e a Folha apontam ultratensão como chave — mas copiar isso significa concentrar ainda mais poder nas mãos de poucos operadores? Quem fiscaliza essa conta?

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Carros elétricos e trens rápidos ganham combustível renovável — e a promessa de mobilidade limpa. Mas será que essa eletricidade será distribuída de forma justa? Por que mandar megawatts do interior só para megacidades em vez de fortalecer empregos locais?

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Ultratensão dribla perdas e distâncias, mas e a resiliência da rede? Falhas, manutenção e impactos sociais existem — quem paga quando uma linha cai? Não deveria haver regras e proteção para trabalhadores e comunidades afetadas?

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Para montadoras, kWh mais barato pode acelerar a adoção de EVs. Mas será que isso favorece só os grandes players? Quem controla a energia pode ditar a mobilidade — e isso pode sufocar fornecedores menores e pressionar direitos trabalhistas. É esse o futuro que queremos?

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3,2 mil km de linhas são engenharia e escolhas políticas: queremos uma transição que democratize acesso e gere empregos ou só uma vantagem competitiva para alguns? A resposta define para quem, afinal, a mobilidade elétrica vai realmente funcionar.

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