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Resumo em 10 segundos

Montadoras clássicas registram rombos bilionários por causa dos elétricos — mas a transição abre portas para inovação, empregos verdes e competição justa 🚗⚡

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Carros elétricos geram prejuízos históricos para montadoras tradicionais — Honda, GM, Ford e Stellantis sentem o impacto, enquanto Toyota minimiza perdas com estratégia híbrida 💥🧵

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A Honda reportou prejuízo operacional de 414,3 bilhões de ienes (≈ R$13 bi) — o primeiro desde 1957. O rombo vem do cancelamento de 3 modelos elétricos na América do Norte e de ajustes na transição para veículos eletrificados.

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GM, Ford e Stellantis também registraram perdas bilionárias vinculadas ao movimento agressivo por elétricos: altos investimentos em P&D, estoques, adaptação de fábricas e volatilidade na cadeia de suprimentos.

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Por que isso acontece? A transição é complexa: custo das baterias, redes de recarga ainda em expansão, demanda que varia por região e decisões de produto mal sincronizadas. Mas isso também força inovação e eficiência.

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A aposta da Toyota em híbridos e numa transição gradual ajudou a amortecer perdas — um exemplo de estratégia diversa que pode tornar a mobilidade elétrica mais inclusiva e acessível para diferentes mercados.

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Há uma oportunidade enorme: requalificação de trabalhadores, investimentos em fábricas locais de baterias, e políticas públicas para ampliar infraestrutura de recarga. Assim, a transição gera empregos verdes e justiça social.

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Reflexão final: esses prejuízos são sintomas de uma transformação necessária. Com regulação inteligente, competição e foco em sustentabilidade e inclusão, a indústria pode sair mais forte — e a mobilidade, mais democrática.

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