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Água caindo do teto e lixeiras tentando conter infiltrações no Hospital Júlia Kubitschek, em BH. 🏥🌧️ O que acontece quando a estrutura falha justamente onde se busca cuidado?

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Água caindo do teto, corredores molhados e lixeiras virando barreiras contra infiltrações: foi assim que pacientes e funcionários enfrentaram a chuva no Hospital Júlia Kubitschek, no Barreiro, em BH. 🏥🌧️ 🧵

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A pergunta incômoda é simples: como alguém se recupera com segurança em uma unidade onde a chuva invade o ambiente de atendimento? Infiltração não é só desconforto — pode afetar higiene, circulação e o funcionamento dos serviços.

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Os vídeos enviados ao Estado de Minas mostram a improvisação em cena. Mas por que trabalhadores da saúde precisam adaptar a rotina a baldes e lixeiras, em vez de contar com uma estrutura adequada para atender a população?

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Hospitais são equipamentos essenciais, especialmente durante eventos climáticos extremos. Se chuvas mais intensas se tornam frequentes, a manutenção preventiva e a adaptação da infraestrutura não deveriam ser prioridade permanente?

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Quem sofre primeiro quando há alagamento? Pacientes internados, pessoas idosas, quem tem mobilidade reduzida, acompanhantes e equipes já sobrecarregadas. Falhas estruturais também ampliam desigualdades no acesso a um cuidado digno.

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Não basta conter a água depois que ela entra. É preciso identificar a origem das infiltrações, avaliar riscos elétricos e sanitários e garantir continuidade do atendimento. Qual é o plano para evitar que a próxima chuva repita o problema?

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A cena de um hospital tentando segurar a chuva com lixeiras deveria causar mais do que indignação momentânea. Saúde pública também se protege com telhado, drenagem, manutenção e investimento antes da emergência.

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