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Resumo em 10 segundos

Temporal alagou vias em Diadema e São Bernardo, atrasou ônibus e deixou ao menos 29 veículos atingidos na divisa com SP. 🌧️🚌

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O temporal da madrugada travou a mobilidade no ABC 🌧️🚌 Em Diadema, a água tomou o entorno do Terminal e dificultou a saída dos ônibus; em São Bernardo, motoristas enfrentaram alagamentos em Rudge Ramos. 🧵

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Na Vila São José, perto do Clube da Mercedes e do Corredor ABD, ruas ficaram debaixo d’água. As avenidas Casa Grande e Conceição também tiveram pontos críticos — justamente em trajetos essenciais para quem depende de ônibus e carro cedo.

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No Terminal Diadema, não foi só água: barro, lixo e resíduos se acumularam no local. Resultado? Filas, atrasos e dificuldade para os ônibus saírem. Para quem ia trabalhar, uma chuva virou horas extras de deslocamento.

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Moradores dizem que esses mesmos pontos alagam sempre que chove. É aquele problema conhecido que volta todo ano: limpar depois é necessário, claro, mas drenagem, manutenção e prevenção fazem muita diferença antes da próxima tempestade.

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Por volta das 8h30, retroescavadeiras e caminhões da Prefeitura trabalharam na limpeza do terminal. Durante a manhã, linhas metropolitanas que atendem Diadema registraram atrasos, cancelamentos e mudanças na operação.

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Em São Bernardo, Rudge Ramos também teve passagem complicada. A água baixou bastante por volta das 5h42, permitindo a retomada de carros e ônibus. Mas na divisa com Diadema, perto da av. Cupecê, a força da água atingiu pelo menos 29 veículos.

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Até 10h, os Bombeiros contabilizaram na capital e Região Metropolitana 15 chamados por enchentes e alagamentos, 11 por quedas de árvores e 2 por desabamentos ou soterramentos. Não houve vítimas registradas no ABC.

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O recado do temporal é bem direto: quando a infraestrutura falha, quem paga primeiro é quem precisa atravessar a cidade para trabalhar, estudar ou cuidar da vida. Mobilidade urbana também é drenagem funcionando antes da chuva chegar.

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