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Resumo em 10 segundos

🌧️ Com até 150 mm previstos, famílias deixam suas casas e a crise climática expõe uma pergunta financeira: prevenção está recebendo o investimento necessário?

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Chuvas fortes mobilizam o Gabinete de Crise em SP, com previsão de até 150 mm na Baixada Santista e no Litoral Norte. 🌧️ Mas a pergunta financeira é inevitável: quanto custa agir antes — e quanto custa reparar depois? 🧵

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Em Eldorado, o Rio Ribeira de Iguape subiu cerca de 9 metros. Foram retiradas preventivamente 54 famílias, ou 173 pessoas. A remoção evita tragédias, mas por que tantas comunidades ainda dependem de ações emergenciais para ter segurança?

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Colchões, cestas básicas e uma balsa inflável foram enviados à região. A ajuda é essencial — mas assistência após a enchente substitui investimento contínuo em moradia segura, drenagem, alerta e contenção de encostas?

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Os números se espalham pelo estado: 50 moradias afetadas em Sete Barras; 95 residências com alagamentos temporários em Itapecerica da Serra; deslizamentos e transbordamentos em Mogi das Cruzes. É evento isolado ou custo recorrente ignorado no orçamento?

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A Defesa Civil emitiu 21 alertas por SMS e 4 por Cell Broadcast em poucas horas. Tecnologia salva vidas — mas chega igualmente a quem tem celular sem sinal, plano limitado, baixa conectividade ou dificuldade de acessar informações?

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Em Itu e Vargem Grande Paulista houve muros caídos, barreiras e deslocamento de rochas; em Osasco, árvores de grande porte foram removidas preventivamente. Manutenção urbana parece despesa? E se for um dos investimentos públicos mais baratos?

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Não há feridos registrados nas ocorrências relatadas, um resultado importante do monitoramento e das retiradas preventivas. Ainda assim, a conta das chuvas vai além do resgate: perdas de renda, imóveis, transporte e produção rural. Prevenir não deveria ser prioridade permanente?

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