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Resumo em 10 segundos

Estudo mostra que ataques digitais não são só TI — afetam preço das ações e confiança do mercado 📉🧵

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Estudo da EY: ciberataques podem reduzir até 1,5% o valor das ações de empresas listadas 📉🧵 Isso mostra que risco digital já é risco financeiro — não dá mais para tratar só como problema de TI.

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O mesmo relatório aponta: 84% das companhias sofreram algum ataque — spyware, e-mails fraudulentos e exploração de vulnerabilidades desconhecidas. No Brasil, Check Point registrou em média 2.831 ataques semanais por organização no 2º tri/2025. Resultado? Menos confiança e mais volatilidade.

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O Brasil precisa de 750 mil especialistas em cibersegurança — um gap enorme que vira vulnerabilidade sistêmica e oportunidade de mercado. Empresas que investirem em formação e diversidade de talento vão reduzir risco e atrair capitais.

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Hackers estão usando até servidores da Apple para e-mails ‘oficiais’ e vimos ataques a órgãos como o Ministério da Saúde, com vazamentos que atingiram centenas de milhares de pessoas. Para investidores, não é só custo de remediação: é risco reputacional e regulatório.

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Como isso afeta valuation? Uma queda de até 1,5% pode apagar bilhões do market cap de grandes empresas em minutos. Investidores já começam a precificar exposição cibernética — seguros sobem, due diligence fica mais rigorosa, e disclosure de riscos vira tópico obrigatório.

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O que as empresas podem (e devem) fazer: reforçar resposta a incidentes, auditar fornecedores, investir em treinamento inclusivo, adotar prática de segurança como parte da governança (ESG) e exigir transparência nas falhas. Segurança é também justiça e proteção de dados de clientes e funcionários.

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Pequena reflexão final: 1,5% parece pouco até você calcular — numa companhia de R$100 bilhões, isso significa R$1,5 bilhão. Proteger sistemas e pessoas é, na prática, proteger valor. A conta final é para gestores, reguladores e investidores.

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