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Resumo em 10 segundos

Prefeitos e governadores pedem presença formal nas negociações — com ênfase em dados de satélite, proteção do céu noturno e acesso público à observação da Terra 🛰️🌃

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Prefeitos e governadores pressionam Lula na COP30 para reconhecimento formal do papel das cidades nas decisões climáticas — e pedem acesso a dados de satélite e políticas que preservem o céu noturno 🛰️🌃 🧵

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Por que isso interessa à astronomia? Satélites de observação (Sentinel, Landsat, sensores térmicos) são ferramentas-chave para monitorar ilhas de calor, inundações e perda de vegetação — dados que informam políticas locais de adaptação ao clima.

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Cidades querem mais do que dados: pedem capacitação técnica e financiamento para transformar imagens e métricas em ações locais. Democratizar acesso aos dados espaciais é ouvir quem vive os efeitos climáticos no dia a dia.

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Outro foco: poluição luminosa. O brilho artificial impede observações astronômicas e rouba o céu comunitário. Estudos mostram que mais de 80% da população mundial vive sob céus com luz artificial, o que também tem impactos ecológicos e culturais.

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Há ainda tensão com megaconstelações comerciais: milhares de satélites (de empresas privadas) alteram o céu visível e atrapalham pesquisas. A discussão na COP30 inclui pedir regras que equilibrem conectividade, ciência pública e proteção do patrimônio comum do céu.

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O que os governos locais querem no texto final: reconhecimento formal em negociações, financiamento para redes urbanas de observação, políticas de redução de luz e acesso aberto a dados de satélite — com capacitação para municípios do Sul Global.

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Reflexão final: integrar astronomia e observação da Terra nas decisões climáticas fortalece resiliência urbana e amplia justiça científica — proteger o céu noturno e democratizar dados espaciais é também uma questão de direitos e sustentabilidade.

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