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Resumo em 10 segundos

Curso gratuito, nova revista, prêmio para meninas e Semana Nacional da Ciência: iniciativas que ampliam o acesso ao conhecimento. 🔬🇧🇷

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Ciência não se sustenta só em laboratórios: ela precisa circular, ser compreendida e poder ser questionada. 🔬🧵 Até 5/10, há inscrições gratuitas para curso da Unifesp sobre comunicação pública da ciência contra a desinformação.

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Serão 10 aulas online, de 6/10 a 5/11, organizadas pelo Centro SoU_Ciência e pela Cátedra Edward Said. A proposta é estratégica: desinformação não se combate apenas com “mais dados”, mas com linguagem acessível, escuta e confiança pública.

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A questão central é quem consegue acessar esse debate. Cursos gratuitos e online ajudam, mas acesso à internet, tempo disponível e letramento científico ainda são distribuídos de forma desigual. Divulgação científica também é uma questão de inclusão.

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Outra novidade é a revista digital Poraquê, criada pelo Instituto Brasileiro de Jornalismo Científico. Com foco na produção nacional, ela pode ocupar um espaço essencial: cobertura especializada, independente e menos refém de pautas científicas importadas.

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Também até 30/10, o Prêmio Carolina Bori Ciência & Mulher recebe inscrições. Em 2026, a categoria “Meninas na Ciência” contempla estudantes do ensino médio e da graduação, com prêmio, mentoria e apresentação na reunião anual da SBPC.

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Premiações não resolvem sozinhas as barreiras de gênero na ciência — como evasão, falta de referências e desigualdade de oportunidades —, mas reconhecimento e mentoria no início da trajetória podem mudar quem permanece e quem lidera a pesquisa amanhã.

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De 26/10 a 1º/11, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia terá o tema “Ciência delas”, com atividades gratuitas pelo país. Somadas, essas iniciativas deixam um recado: ciência pública só é forte quando conhecimento, reconhecimento e participação chegam a mais gente.

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