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Resumo em 10 segundos

Mais de 3 mil pessoas são esperadas em uma feira que coloca ciência, território e diversidade na mesma conversa. 🔬🌱

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Ciência não mora só em laboratório — e Cantanhede, no Maranhão, vai provar isso 🔬🧵 A UFMA realiza a 2ª Feira Científica da Microrregião de Itapecuru Mirim, com expectativa de mais de 3 mil visitantes.

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De 27 a 29 de outubro, estudantes e comunidades de Cantanhede, Matões do Norte, Pirapemas e Miranda do Norte poderão visitar atividades científicas de graça, das 8h às 17h. A ideia é simples e potente: aproximar a ciência da vida real.

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O tema desta edição é “Diversidade em Ação”. E tem um detalhe muito especial: pela primeira vez, parte da programação acontece numa escola quilombola rural, a Escola Municipal Quilombola São Bartolomeu, no povoado Rampa.

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Isso muda bastante coisa. Os estudantes não entram só como público: podem apresentar pesquisas ligadas ao próprio território e aos conhecimentos de suas comunidades. Ciência também é observar, testar, registrar e compartilhar o que se sabe.

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A professora Carolina Aranha, vice-coordenadora, resume bem a proposta: mostrar às crianças que seus antepassados e contemporâneos também produzem ciência. Um currículo mais conectado à realidade forma olhares mais críticos e confiantes.

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A feira é organizada pelo Espaço Ciência Maria Firmina dos Reis, ligado à Licenciatura em Física da UFMA. A equipe reúne docentes de diferentes áreas e estudantes, levando a universidade para perto de quem nem sempre tem acesso fácil a esses espaços.

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Nos dias 27 e 28, as ações ficam na escola quilombola São Bartolomeu. No dia 29, seguem para o Colégio Militar Corpo de Bombeiros 2 de Julho e a Escola Municipal Rosa Belfort Pires Alves, na sede de Cantanhede.

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Quando a ciência reconhece os saberes do território, ela deixa de parecer distante. Vira ferramenta para entender o mundo, cuidar da comunidade e imaginar futuros possíveis — começando na escola. ✨

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