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Resumo em 10 segundos

🏃‍♀️🔬 Com 330 participantes e 161 trabalhos, congresso conecta pesquisa, inclusão e tecnologia para transformar o esporte dentro e fora das quadras.

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A ciência que melhora o esporte está em movimento na Unicamp! 🔬🏃 A 9ª edição do Congresso de Ciência do Desporto reúne 330 participantes e 161 trabalhos sobre desempenho, saúde, inclusão e inovação. 🧵

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O crescimento chama atenção: a edição anterior teve 131 inscritos; agora são 330. Mais gente pesquisando, trocando ideias e criando pontes entre universidade, escolas, clubes, saúde e comunidades esportivas.

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Os temas vão muito além de “ganhar jogos”: desenvolvimento de atletas ao longo da vida, saúde mental no alto rendimento, biomecânica, esporte paralímpico e os impactos dos grandes eventos estão no centro do debate.

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Um dos pontos mais promissores é o esporte paralímpico. Quando pesquisa, acessibilidade e formação profissional avançam juntas, mais pessoas podem praticar esporte com autonomia, segurança e condições reais de desenvolvimento.

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Também entram em cena ciência de dados, IA e tecnologias de monitoramento. Bem usadas, elas podem tornar treinos e avaliações mais precisos — sem substituir o olhar humano nem reduzir atletas a números.

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O congresso já olha para 2027 e 2028: Copa do Mundo Feminina no Brasil e Olimpíadas de Los Angeles. São oportunidades enormes para deixar legados em pesquisa, infraestrutura, participação feminina e formação esportiva.

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Para a Unicamp, o desafio é fazer esse conhecimento circular: sair dos pôsteres e chegar às escolas, clubes, serviços de saúde e políticas públicas. É assim que a ciência do desporto vira qualidade de vida no cotidiano. ✨

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