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Projetos sobre agrofloresta, acessibilidade, saúde e sustentabilidade foram reconhecidos em escolas públicas paulistas. 🔬🏫

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Projetos de escolas públicas de São Paulo que investigam agrofloresta, acessibilidade, saúde e sustentabilidade venceram o Prêmio Ciência para Todos 2026. 🔬🏫🧵

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A 5ª edição é uma iniciativa da FAPESP com a Fundação Roberto Marinho, por meio do Canal Futura. Foram premiados 3 trabalhos do Ensino Fundamental e 3 do Ensino Médio, além de 4 menções honrosas.

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No Fundamental, um dos destaques veio de Pedregulho: estudantes compararam sistemas agroflorestais e monocultura quanto à conservação da biodiversidade e à fertilidade do solo.

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Também venceram a EcoCalc, calculadora sustentável criada em Taquaritinga, e “Colorir — Uma jornada sensorial”, de Várzea Paulista. Os projetos conectam pesquisa científica a problemas vividos dentro e fora da escola.

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No Ensino Médio, a Etec Bento Quirino, de Campinas, teve dois projetos premiados: a Glória, tecnologia assistiva alimentar, e a VitalCare, estação de pré-atendimento com análise de sinais vitais.

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O terceiro vencedor foi “Deafblindness — Um estudo sobre a surdocegueira”, de Paulínia. A lista mostra como ciência escolar pode ampliar inclusão e transformar necessidades concretas em investigação e inovação.

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Com o tema “Um mundo melhor para todos”, o prêmio reuniu trabalhos de nove municípios paulistas. A cerimônia será em 18 de novembro, no Museu Catavento, no centro de São Paulo.

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Mais do que troféus, os projetos evidenciam um ponto central: quando estudantes têm espaço, orientação e estrutura para pesquisar, a ciência deixa de ser distante e passa a responder ao território.

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