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Pesquisa da Ufla + Fapemig + Fundecc mostra que espécies nativas podem transformar reflorestamento e economia local 🌱🔬

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Ufla, Fapemig e Fundecc aceleram a ciência das florestas nativas: projeto quer fortalecer árvores da flora brasileira para reflorestamento e produção de madeira e óleo 🌱🔬🧵

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O objetivo é ambicioso: incentivar o plantio de espécies nativas como alternativa às exóticas usadas em larga escala. Nativas já vêm adaptadas ao clima local e podem trazer mais resistência, biodiversidade e serviços ecossistêmicos.

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Como a pesquisa faz isso? Seleção de genótipos promissores, viveiros de qualidade, testes de campo e manejo sustentável. É ciência aplicada que junta conhecimento tradicional e tecnologia para produzir mudas competitivas.

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Há impacto socioeconômico real: madeira e óleo de espécies nativas podem diversificar mercados, gerar novas cadeias produtivas e ampliar oportunidades para pequenos produtores — democratizando o acesso a uma economia florestal mais justa.

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Do ponto de vista ambiental, plantar nativas melhora solo, conserva água, protege polinizadores e aumenta resiliência a pragas e eventos climáticos. Reflorestar com espécies locais é estratégia chave para mitigação e adaptação ao clima.

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Resultado final: ciência que preserva diversidade e cria renda. Com políticas públicas, apoio a viveiros locais e acesso à pesquisa, podemos escalar reflorestamentos nativos e construir paisagens mais saudáveis e inclusivas. Pense nisso ao escolher o que plantar.

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