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Da IA que reconhece árvores ao bioinseticida natural: a pesquisa brasileira mostra como conservação e desenvolvimento podem caminhar juntos. 🌳🔬

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🌳🔬 A Embrapa vai mostrar, no Inova Amazônia Summit, como a ciência pode sair do laboratório e ganhar o campo — unindo bioeconomia, conservação e oportunidades locais na Amazônia. 🧵

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O evento acontece de 17 a 19 de setembro, na Ufac, em Rio Branco (AC). A ideia é simples, mas poderosa: discutir soluções que mantenham a floresta em pé e criem alternativas econômicas baseadas no conhecimento científico.

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Uma das atrações são as Rotas da Inovação: visitas à Embrapa Acre, com campo experimental e uma caminhada de cerca de 5 km até uma castanheira. É uma forma de enxergar, na prática, como pesquisa e território se conectam.

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A castanheira não é só uma árvore imponente. Ela tem valor ambiental, cultural e econômico para comunidades amazônicas. Proteger espécies como essa também significa preservar serviços da floresta e cadeias produtivas locais.

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Entre as tecnologias apresentadas está o Netflora: algoritmos de IA analisam imagens captadas por drones para reconhecer espécies florestais. Isso pode tornar inventários da biodiversidade mais rápidos, precisos e acessíveis.

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Outra aposta é o óleo essencial da pimenta-de-macaco (Piper aduncum). Rico em dilapiol, ele tem potencial para atuar como bioinseticida e fungicida natural — uma rota de pesquisa para reduzir impactos de produtos convencionais.

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Também entram em pauta pecuária regenerativa, dados confiáveis sobre clima e carbono, além de empreendedorismo feminino. Ciência aplicada não é uma solução isolada: exige dados sólidos, participação social e valorização de saberes locais.

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A mensagem central é clara: a Amazônia não precisa escolher entre conservação e desenvolvimento. Quando a pesquisa é conectada às pessoas, à biodiversidade e ao território, a floresta pode ser fonte de conhecimento — e de futuro. 🌱

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