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Um coletivo de 600 pesquisadores repatriados diz que cortes empurraram talentos para fora do país — e cobra ciência no centro das decisões. 🔬🇧🇷

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🔬 Cientistas brasileiros que voltaram ao país divulgaram um manifesto sobre as eleições do dia 25. O recado é direto: sem investimento contínuo em pesquisa, formar talentos aqui vira só metade do trabalho. 🧵

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O Coletivo Mais Ciência reúne cerca de 600 pesquisadores repatriados pelo Programa Conhecimento Brasil. Segundo o texto, muitos precisaram sair do Brasil no governo Bolsonaro para conseguir seguir trabalhando com ciência.

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A chamada “fuga de cérebros” não é abstrata: quando bolsas, laboratórios e universidades sofrem cortes, pesquisadores buscam condições de trabalho em outros países. E recuperar essa gente depois custa tempo, planejamento e dinheiro público.

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O manifesto declara apoio a Lula e critica a ausência de propostas detalhadas para pesquisa, tecnologia e formação científica no plano de governo de Flávio Bolsonaro. É uma posição do coletivo, baseada na experiência de quem viveu esses cortes.

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Um dos alertas envolve a ideia de tirar o ensino superior do MEC e levá-lo ao MCTI. A preocupação: o MEC tem orçamento anual perto de R$ 270 bilhões; o MCTI, cerca de R$ 15 bilhões. Estrutura importa — e muito.

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No fim, a discussão vai além de eleição: ciência precisa de financiamento estável, universidades públicas fortes e carreira para quem pesquisa. País que perde seus cientistas perde também soluções para saúde, clima, indústria e educação.

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